Com apenas 19 anos, Doue marcou dois gols na final. Hakimi, Kvaratskhelia e Mayululu completaram a goleada
Capitão Marquinhos levanta a taça da Liga dos Campeões (Reprodução X/ UEFA Champions League)
O Paris Saint-Germain conquistou o título inédito da Liga dos Campeões. O clube parisiense não apenas dominou o jogo contra a Inter de Milão, como também traduziu isso em gols. A vitória por 5 a 0 coloca o PSG na história não apenas como o mais novo campeão da Liga, mas também dá o status de vitória mais elástica em uma decisão.Doue, duas vezes, Hakimi, Kvaratskhelia e Mayululu marcaram os gols na Arena em Munique.
Hakimi comemora o gol marcado no início do jogo
A Inter tinha estado em desvantagem no marcador apenas 17 minutos nos seus 14 jogos até à final, mas não demorou muito para se ver em desvantagem em Munique. Vitinha, com um excelente passe, desmarcou Doué na grande área adversária e este tocou rasteiro para o lado, onde Hakimi só teve de encostar para o fundo das redes.
O segundo gol dos parisienses também não demorou muito. Ousmane Dembélé fez a assistência depois de uma arrancada pela esquerda, encontrando Doué, que dominou com o peito e rematou de pé direito. A bola sofreu um desvio em Federico Dimarco e entrou.
Doue participou de três dos cinco gols do PSG
Aos poucos, os nerazzurri começaram, enfim, a encontrar-se, mas só em dois cabeceamentos, de Francesco Acerbi e Marcus Thuram, ameaçaram de alguma forma a baliza contrária no primeiro tempo.
E embora a equipa de Simone Inzaghi tenha mostrado um vigor renovado após o intervalo, foram os parisienses que voltaram a marcar. Vitinha novamente no lance, a avançar decisivamente desde o meio-campo à passagem da hora de jogo, combinando com Dembélé antes de assistir Doué, que rematou certeiro e com força ao canto inferior direito da baliza e ampliando para 3-0.
Doue foi o protagonista da final da Liga dos Campeões
Dez minutos depois, os protagonistas foram outros, o canto da baliza foi o outro, mas o desfecho foi o mesmo, com Dembélé fez a sua terceira assistência da noite e Khvicha Kvaratskhelia, que rematou rasteiro para o fundo das redes.
Kvaratskhelia marcou o quarto gol do PSG
Gianluigi Donnarumma fez uma defesa impressionante para negar a Thuram aquele que seria pelo menos um gol de honra para o Inter. Senny Mayulu aplicou o golpe de misericórdia e permitindo ao mesmo tempo ao Paris bater o recorde de triunfo mais dilatado em finais. Mayulu, tal como Doué também com apenas 19 anos, combinou na perfeição com outro homem vindo do banco, Bradley Barcola, antes de fechar a contagem em 5-0 com um chute poderoso.