A sequência de duas derrotas e um empate nas últimas três partidas acabaram com a demissão do técnico Charles Chenko do CDC da Amazônia, nesta quinta-feira (27), um dia após a equipe perder por 3 a 1 para o RB do Norte. Ao A Crítica, o ex-treinador do CDC comentou sobre a sua rescisão de contrato.
“Fui pego de surpresa nesta manhã (quinta-feira). Não esperava a rescisão de contrato. Mas é o futebol. É mais fácil mudar um que 11 jogadores. Mas vida que segue, irei continuar com ideias e sempre tentar formar um time coeso. Nesses últimos anos, consegui colocar três clubes diferentes na semifinal da Série B”, disse Charles Chenko.
A sequência negativa do CDC começou com a derrota por 4 a 0 para o Operário. Depois, a equipe empatou por 1 a 1 com o Fast. E, no seu último compromisso acabou perdendo por 3 a 1 para o RB do Norte. Mesmo com os problemas nas últimas rodadas, Charles destacou que a linha de comunicação com a direção era aberta e diária.
“Eu conversa com a diretoria diariamente, os jogadores a maioria foi eu que indiquei, mas infelizmente o futebol é assim, a gente sempre é pego de surpreso, talvez tenha sido alguma coisa que eu não agradei um jogador ou alguém da diretoria e eles optaram por rescindir o contrato e trazer um novo técnico”, comentou o ex-treinador do CDC, que continuou.
“É mais fácil trocar um no comando do que trocar os 11. Essa é e sempre será a cultura do futebol brasileiro. Mesmo com o time classificado e com chances reais de classificação (na semifinal), eles preferem fazer essa troca para ver se consegue melhorar algum aspecto que eles acham que está errado. Aí outro chega no bem-bom, que pode aparecer mais que a gente que sofreu desde o início”, concluiu.
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